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segunda-feira, 12 de março de 2018

Todas as mulheres têm o período [*]

Alguém me explica o porquê de não haver baldes do lixo em todas as casas de banho femininas? No meu trabalho, tenho de ter imenso cuidado para escolher a casa de banho certa (nas determinadas alturas do mês, claro está)... Mas quer dizer, às vezes uma pessoa está aflitinha e nem pensa no assunto, entra na primeira que lhe aparece à frente. E as conversas que já tive de ter com as pessoas? "Ah, passe-me à frente... Não, não. Insisto. A sério, vá... Eu preciso de caixote do lixo, tenho mesmo de ir à outra". Desnecessário.


[*] "piada" que só vai ser entendida por pessoas que me conhecem pessoalmente, que estiveram nas mesmas aulas de Mestrado que eu e que vai fazer com que eu arda no Inferno por gozar com as pessoas. No entanto, achei que era um título que se enquadrava e isso atenua a piada.

domingo, 19 de novembro de 2017

Girls vs. Boys [redes sociais]

Estava a comentar a foto de um amigo (ele é espanhol e escrevi "mira que guapo"), quando pensei "hummm, se o meu namorado deixasse um comentário parecido numa qualquer rapariga, eu se calhar não gostava". Claro que depende da relação que se tem com o/a amigo/a, da intenção, and so on, mas serviu para analisar este ponto.
A verdade é que era algo que eu diria pessoalmente ao rapaz em questão, à frente do meu namorado. Ainda assim, é de mim, ou homens e mulheres têm diferentes intenções e interpretações sobre isto? Isto é apenas uma generalização e não são todos iguais (além de que o contrário também se verifica), mas se uma rapariga põe um like / comenta uma foto de um rapaz, possivelmente é porque pensou "uhh, bonita foto", já o rapaz pensa "uhh, papava-te".
A prova disto é que, numa foto idêntica, uma rapariga comum vai ter o dobro dos likes dum rapaz comum. Ok, esta proporção foi acabada de inventar, mas se pensarem bem no assunto, sabem que tenho uma certa razão... Se os rapazes pusessem like por gostarem da foto e não por terem segundas intenções (ainda que subconscientes), também poriam noutros rapazes e este número seria equivalente.
Entretanto, vou continuar a deixar os comentários que me fazem sentido... Porque a verdade é que, independentemente de tudo isto, é apenas uma foto numa  rede social.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Votem i. para Presidente!


De vez em quando, trago o tema do feminismo à baila, bem como outro género de igualdades. Hoje trago, uma vez mais, as diferenças que nos separam. Há algo que os homens nunca saberão o que custa (e, se algum dia souberem, é porque a ciência avançou para caminhos muito perigosos): a dor dum parto. Sim, hoje em dia existem epidurais. Sim, hoje em dia existem cesarianas. Não me venham dizer que as mulheres não sofrem na mesma.
Contudo, o problema que vos trago não se centra no parto em si, mas sim na capacidade reprodutora feminina que tem outras implicações mensais. Homem nenhum sabe o que são as mudanças de humor que nos ultrapassam, sem que as consigamos controlar de forma consciente. Homem nenhum sabe o que são as dores (de barriga e de cabeça) e as náuseas causadas. Homem nenhum sabe o desconforto pelo qual passamos.
Não somos todas, cada mulher representa um caso muito específico. Até acredito que haja por aí muitas que ficam mais felizes nos dias de menstruação. Invejo-as. Quando alguém me diz que não sofre com dores, olho para a pessoa em questão como quem está a ter uma miragem e menciono vezes sem vim "não sabes a sorte que tens!". Tenho (quase) 24 anos e já são mais os anos em que sofri do que aqueles em que não sofri, por isso fico a desejar que tal sorte me tivesse calhado.
Por isso mesmo, sabem o que é que é injusto? Homens e mulheres terem os mesmos dias de férias. Sim, sim! Eu, mulher, que sofro horrores - mesmo sob o efeito de comprimidos - durante pelo menos 2 dias por mês (depois fica suportável), penso que devíamos ter direito a esses dias para tirar.  Tipo uma "licença do período". Ninguém devia ser obrigado a trabalhar nessas condições! Mas, como sei que nem todas as mulheres têm este problema, teria de ser de alguma forma avaliado (nada de aldrabar para não trabalhar, ouviram?). Porque não, isto não é doença... Não deve ser tratado como tal.
Claro que eu estou a falar a sério a brincar, porque (infelizmente) se houvesse uma medida assim, as mulheres teriam ainda mais problemas de contratação. Bem sabemos que só o facto de podermos engravidar representa um problema nesse campo, agora imaginem o resto...

domingo, 18 de junho de 2017

Venham a mim, caras peças de roupa! Nada temam!

Andei a espreitar o site da Promod (dado que a mãe do meu namorado me disse que estavam com boas promoções...) e aqui ficam algumas das peças que me encheram o olho. Não me importava nada que viessem a correr (a diferentes velocidades, não precisavam de vir todas ao mesmo tempo) para o meu armário... O mais triste é que as que tinha de facto pensado em comprar já estão esgotadas no meu tamanho :( Lá terei de ir tentar descobrir outras... Que pena.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Diferenças de género, sim; diferenças de oportunidade, não


Estava agora a ler um livro sobre autismo, quando me apercebo que, no teste do Quociente do Espectro Autista, homens e mulheres diferem, em média, nas suas pontuações (refiro-me a indivíduos saudáveis, embora esta diferença também se verifique em autistas). Sendo este um teste às habilidades sociais e de comunicação (entre outras), isto mostra que homens e mulheres são diferentes no que a isso diz respeito.
Decidi falar sobre este tópico por assinalarmos hoje o Dia Internacional da Mulher. Lamento informar, mas eu sou das que defende as diferenças de género. No entanto, isto não deve ser confundido com "diferenças de oportunidade", porque são coisas totalmente distintas. É um facto: um homem nunca vai saber o que é uma dor do período e uma mulher nunca vai saber a verdadeira sensação de fazer xixi de pé. E quando há mulheres que me dizem que tiveram uma altura em que o tentaram fazer (em crianças), eu respondo que a pessoa em questão é tola.
Defendo que, tendencialmente, os dois diferentes géneros não têm propensão para o mesmo. Não sei de genética e biologia o suficiente para apoiar a minha opinião com estudos, mas acredito nisto. As nossas capacidades de comunicação, de relacionamento, de destreza, de organização, etc. etc. vão condicionar as nossas escolhas, as nossas carreiras. Temos interesses diferentes, é um facto, e não é só porque a sociedade nos impôs. NO ENTANTO, isto não significa que uma mulher não possa ser uma excelente canalizadora (assim de repente, nunca vi nenhuma) e um homem um excelente amo (ou ama? não sei se, no masculino, a palavra significa o mesmo). Tal como não significa que uma mulher não possa detestar compras e um homem adorar.
Aliás, eu defendo que uma mulher (ou um homem) pode ter aptidão para uma coisa que é mais considerada "própria" do outro sexo, tal como defendo que - mesmo sem essa aptidão - pode vir a ser excelente com esforço e dedicação. Dou um exemplo bastante simples, ninguém está apto a correr uma maratona; no entanto, quantas pessoas o fazem?
Há pessoas - maioritariamente homens - que não percebem a necessidade de termos um dia como o de hoje. Que assinala as conquistas, mas também as batalhas que ainda faltam travar (nuns países mais do que noutros)... Não sabem o que é correr o risco de não ser contratada por querer ter filhos (e, pasmem-se, ter de cuidar deles se estiverem doentes); não sabem o que é sofrer pressão social para ser uma boa dona de casa; não sabem o que é esconder o corpo com medo de certos olhares; não sabem o que é serem levados menos a sério numa posição de trabalho única e exclusivamente por serem do sexo feminino. Não sabem o que é ter de se esforçar inúmeras vezes mais para ter o mesmo reconhecimento que um homem. Chegamos ao ridículo de não poder ter os mesmos vícios, como fumar, beber em excesso e jogar - para homens, é mau, mas aceite; para mulheres, são aves raras se o fazem. Por tudo isto e muito mais, desculpem-me se estou a ser injusta, mas é muito mais difícil nascer mulher.
Por isso, minhas lindas, hoje é um dia para comemorar da forma que muito bem entenderem (mesmo que seja à minha forma, reconhecendo que é um dia importante para nós, Mulheres, mas não fazendo nada de especial). Se quiserem juntar-se num grupo de histéricas semi-despidas que vão a uma lady's night, não tenho nada contra. Cada um é livre (mais uma luta conquistada!) e sabe de si. Ainda assim, os homens que defendem isto também o podem celebrar, claro! Acabei de me lembrar que, numa discussão acesa sobre esta temática, disse a um amigo meu que poderíamos celebrá-lo juntos e ele concordou... Isto também me faz sentido.
Acima de tudo, sejam vocês mesmas e não deixem que vos digam como se devem comportar "só" por serem mulheres. #estamosjuntas

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O melhor mesmo é confiar no AGIR e acreditar que sou linda sem make-up


Aqui esta personagem deve ser o ser mais humanamente incapaz de utilizar maquilhagem. Na minha pré-adolescência, até achava piada à coisa, portanto queria muito que a minha mãe me comprasse lápis de olhos, que usava 2 ou 3 vezes e depois me cansava. Já não me lembro da razão que me levava a cansar, foi há mais de 10 anos... Se calhar simplesmente não gostava.
Os anos foram passando e a não-relação manteve-se. Não é que não goste de ver nos outros, gosto bastante quando é com bom gosto. Aliás, também gosto de ver em mim quando é aplicada por pessoas que sabem o que estão a fazer (o que não é o meu caso). O que acontece é que isto é todo um ciclo vicioso: quanto menos uso, menos sei o que fazer, menos paciência tenho, menos quero usar.
Na maior parte dos casos - vamos dizer, 95% dos meus dias - não é um assunto que me incomode. Aliás, nem sequer penso nisso. Mas depois há os restantes 5%... Em que sinto uma frustração enorme com o assunto, porque penso que podia ser mais preocupada e cuidada com a minha imagem. Normalmente, isto acontece em algumas ocasiões especiais... Ou então quando acordo e me dedico a olhar para o espelho mais do que 2 segundos e chego à conclusão de que pareço um vampiro. Ultimamente tenho chegado a esta conclusão demasiadas vezes do que gostaria de admitir...
Gostava de dizer que vou adquirir produtos (essa é outra, eu sou totó no assunto... como é que isto seria fácil? Não seria) e que vou tentar preocupar-me, mas eu não sou uma criatura com bons hábitos matinais. Eu gosto de adiar o despertador, não 5, mas 50 minutos... Portanto, não me parece que a minha relação com a maquilhagem vá mudar enquanto eu não for socialmente obrigada a isso. Oh, wait... Eu já fui socialmente obrigada a isso e mesmo assim não quis saber. Ok, não sei quando é que vai mudar. Mas espero que mude.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Também tinha de falar da Black Friday


Comecei a pensar na Black Friday como a altura ideal para encomendar a roupa para o dito casamento. É algo que vou ter de comprar, portanto... Why not? Chegou-se o dia (não é o dia, mas quase) e não consegui encontrar o macacão da Zara para experimentar e o outro não me encheu totalmente as medidas. Como tal, não vai acontecer.
Pensei ainda que é a altura perfeita para comprar básicos, dado que estou com falta de algumas peças. Mas depois decidi que logo compro em Portugal, já não falta assim tanto tempo para voltar.
A última opção que tinha guardada pela esta "sexta-feira louca" eram umas botas novas. A Timberland vai estar com 20% de desconto, o que faz com que tenha uma redução bem boa numas botas que tenho andado a examinar. Ainda assim, ainda não estou convencida quanto à melhor opção... Claro que a minha querida mãe (que, na verdade, é quem trabalha para eu pensar em compras) apoia, porque quer que eu mantenha os pés bem quentes. No entanto, se vou gastar este dinheiro, preciso de ter a certeza.
Ah, claro que ainda poderia aproveitar para comprinhas de Natal, mas é o que tenho feito durante esta semana com as promoções que certas marcas já tinham online.
Portanto, a previsão para amanhã é um dia calmo. Sem loucuras em lojas físicas ou online. Claro que, daqui até amanhã, a minha opinião pode mudar bastante... Eheh

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Nunca digas nunca

Eu nunca gostei muito de peças em cabedal (ou que imitam) que vão para além dos casacos (ainda gostava de ter um preto). Perdoem-me os apaixonados, mas é simplesmente uma tendência que não encaixa assim tanto comigo. Mas bem diz o ditado, nunca digas nunca... E aqui há umas semanas, vi uma rapariga com um look muito giro e simples, com uma saia de cabedal de cor petróleo. Estava super bem conjugada e adorei.
Ontem, às voltas na Zara, dei de caras com uma igual ou parecida. Decidi experimentar. Ainda não estou completamente segura da minha escolha, mas só porque não sei até que ponto é que tenho assim tantas peças que joguem bem. Mas fica registado que ontem, dia 21 de Novembro de 2016, saí da minha zona de conforto.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Casamento em pleno Inverno: o drama

Ora então parece que, daqui a um mês e pouco, um primo meu vai dar o nó. Todos nós sabemos que casamentos devem ser dias de alegria, mas para as mulheres é também um drama. Tomara poder usar um fato, comprar uma gravata nova, engraxar os sapatos e siga que está despachado. Mas não... Para nós não funciona assim. Precisamos (quase) sempre de algo novo... Depois os sapatos que temos não ficam bem com o vestido que escolhemos. A pochette está desactualizada. E o cabelo? E a maquilhagem? Só preocupações.
O terror intensifica-se com um casamento em pleno Inverno. Meus amigos, eu sou friorenta. Mesmo com a mudança Suíça-Portugal, se estiverem 5ºC eu não posso estar descapotável. Preciso de tapar os bracinhos... E de algumas camadas. Logo no factor "tapar os bracinhos", toda a roupa que eu pudesse ter e que se adequasse fica fora de questão. Como tal, vamos ter toda uma missão nos próximos tempos.
Ora, eu estou farta de comprar roupa para um evento específico que depois fica para sempre no armário. Por isso, a missão engloba encontrar algo que eu possa usar noutras ocasiões. Como eu adoro macacões, why not? Andei a explorar alguns sites e, até agora, encontrei dois que me encheram as medidas.

Massimo Dutti
Preto, básico. Na minha opinião, é demasiado simples... O que representa uma vantagem e uma desvantagem. Desvantagem porque não quero uma coisa qualquer sem graça... Vantagem porque posso conjugá-lo com os meus sapatinhos pretos sem ter de andar a procurar.

Zara
Este segundo exemplar, sendo também simples, sempre tem mais pormenores - o que o torna mais engraçado, na minha opinião. O problema é que não tenho sapatos... Mas tenho uma malinha prateada, não devia ficar assim tão mal.
A par de tudo isto, não tenho nada de jeito para pôr por cima destes espécimes. Como tal, esperem mais posts sobre o tema... Porque preciso de perder tempo com isto!

domingo, 6 de novembro de 2016

Lovely!!

Mango

Ontem vi este vestido e não o experimentei porque não preciso dele... Mas é tão fofinho! Adoro. Aproximadamente 50CHF na Suíça, 35€ em França e 30€ em Portugal (eu agora sou esta pessoa).

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Pensamentos de quem passou por demasiadas montras hoje

Como apaixonada por cores outonais que sou, às vezes sinto falta de peças cor de tijolo na minha vida. E por que não um casacão?

[não que morra de amores por este, mas foi a imagem que encontrei para ilustrar o post]

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Na Mango mais próxima de si


Assim de repente, estes dois modelos podiam vir morar para o meu roupeiro. Comprem num número pequenino e ofereçam-me! Agradecida.