Ri-me muito com esta imagem, descreve na perfeição o que se passa mui(iiii)tas vezes. Nada que escrever no telemóvel ou na agenda que anda sempre comigo não resolva.
sábado, 11 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
O poder de uma lista de compras
Como dizia há dias neste outro post, o meu poder de poupança tem andado a crescer. Claro que para isso, há pequenos truques que ajudam. O típico "não ir às compras com fome" funciona imenso, já que não me dá vontade de "arrebanhar" 50 mil pacotes de batatas fritas e de bolachas.
No entanto, a minha melhor amiga é a lista de compras. É essencial para compras maiores desde que me mudei! Claro que toda a gente as escreve, mas agora a questão é: e segui-las? Poooiiiiiis, não sejam mentirosos. Uma pessoa vê coisas em promoção, ou algo que lhe está mesmo a apetecer, e já se esqueceu da lista.
Assim, para que resulte como um método de poupança (afinal, representa aquilo que de facto precisamos), temos de ser regrados. Claro que não precisamos de ser nazis! As coxas de frango estão em promoção? Já não se compram os bifes. Olha aqui as pipocas a olhar para mim para me acompanharem num filme logo à noite? Está bem, pronto. Mas olha aqui uma garrafa de whisky (não sei porque me lembrei de whisky) em promoção que encarece a minha conta em 15€... Não, não há necessidade, já estão a abusar.
Portanto, seguir a lista de compras é algo que de facto aconselho para pessoas despistadas e gastadoras como eu. Planear as refeições semanais por alto e resumir as nossas compras nisso mesmo ajuda muito nos gastos ao fim do mês.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017
Chapter V
Era uma vez uma menina chamada I. Ela vivia feliz e despreocupada, até conhecer um menino encantador e tontinho chamado L. Ao início, ela não se preocupou e continuou com a sua vidinha tal e qual como era antes de o conhecer... Até que um dia, ele lhe roubou o coração e nunca mais lho devolveu. *FIM*
A mesma palavra, diferentes interpretações
Há bocado, ao jantar, o espanhol - que é de arquitectura - estava a dizer que não percebia nada do que tinha de fazer para um novo projecto, mas que lhe tinham dado referências.
A italiana, da área da Economia, perguntou-lhe:
- Referências? Mas pessoas com quem tens de falar?
Ao que ele respondeu:
- Não, edifícios a ter como referência!
Eu não pude deixar de sorrir para dentro ao pensar que achei que as referências eram artigos. Três diferentes áreas, três diferentes interpretações.
sábado, 4 de fevereiro de 2017
Ainda sobre o livro
"História do Novo Nome" é a continuação de que falei no último post (ainda há mais dois). Depois de ler a descrição que passo a citar em seguida, ainda fiquei com mais vontade de o comprar já e ponto final. Mas não pode ser... Tenho muitos livros em stand-by que precisam de ser despachados antes de adquirir mais exemplares.
Este romance continua a história de Lila e Elena, tendo como pano de fundo a cidade de Nápoles e a Itália do século XX.Lila, filha de um sapateiro, escolhe o caminho de ascensão social no próprio bairro e, no final de A Amiga Genial, vemo-la casada com um comerciante. Elena, pelo contrário, dedica-se aos estudos.Ambas têm agora 17 anos e sentem-se num beco sem saída. Ao assumir o nome do marido, Lila tem a sensação de ter perdido a identidade. Elena, estudante modelo, descobre que não se sente bem nem no bairro nem fora dele.No início, vemos Elena a abrir um caderno de notas onde Lila fala sobre a vida com o seu marido e as complicadas relações com a Mafia e os grupos neofascistas, que invadem os bairros com as suas proclamações.Lila e Elena hesitam entre a tendência para a conformidade e a obstinação em tomar nas suas mãos o seu destino, numa relação conflitual, inseparável mistura de dependência e vontade de autoafirmação, em que o amor é um sentimento «molesto» que se alimenta do desequilíbrio até nos momentos mais felizes.
Este romance continua a história de Lila e Elena, tendo como pano de fundo a cidade de Nápoles e a Itália do século XX.Lila, filha de um sapateiro, escolhe o caminho de ascensão social no próprio bairro e, no final de A Amiga Genial, vemo-la casada com um comerciante. Elena, pelo contrário, dedica-se aos estudos.Ambas têm agora 17 anos e sentem-se num beco sem saída. Ao assumir o nome do marido, Lila tem a sensação de ter perdido a identidade. Elena, estudante modelo, descobre que não se sente bem nem no bairro nem fora dele.No início, vemos Elena a abrir um caderno de notas onde Lila fala sobre a vida com o seu marido e as complicadas relações com a Mafia e os grupos neofascistas, que invadem os bairros com as suas proclamações.Lila e Elena hesitam entre a tendência para a conformidade e a obstinação em tomar nas suas mãos o seu destino, numa relação conflitual, inseparável mistura de dependência e vontade de autoafirmação, em que o amor é um sentimento «molesto» que se alimenta do desequilíbrio até nos momentos mais felizes.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Filho da mãe
Ainda há dias estava para aqui a falar de como gosto de ler, etc. e tal e hoje já venho outra vez falar de livros. E por que razão? Pois bem, acabei hoje o livro "A Amiga Genial", de Elena Ferrante, e tenho a dizer-vos que estou chateada. Ah, pois, chateada e não é pouco!! Então não é que aquilo acaba... E eu quero saber o que se passa a seguir e não posso? Filho da mãe do livro pá.
Comprei esta obra há uns meses, depois de ler críticas muito positivas noutros blogues. Só o trouxe de Portugal depois do Natal e tenho a dizer que foi uma óptima escolha (o pior é que agora vou ter de gastar muito dinheiro nos outros três volumes). Muito resumidamente, "A Amiga Genial" retrata a vida de duas amigas que vivem num bairro pobre de Nápoles sob a perspectiva de uma delas. Este livro em particular foca-se na infância e na adolescência, os volumes que lhe seguem continuam pelos próximos anos... E quero TANTO saber o que acontece a seguir! Houve ali partes em que quase ficava aborrecida, com algumas descrições, mas no geral lê-se bastante bem.
Aconselho. Pelo sim, pelo não... Comprem logo todos.
Aconselho. Pelo sim, pelo não... Comprem logo todos.
domingo, 29 de janeiro de 2017
Mãe
Aqui há dias, disse à minha mãe que, por muito que quisesse ir a Lyon com os meus colegas da residência neste fim-de-semana, era um pouco impossível. Isto porque - sem contar com o factor financeiro - tinha roupa por lavar, tralhas por arrumar, trabalho por fazer. Ao que a minha mãe responde:
- Mas vai! Traz a roupa, que a mãe lava. Vai!
Claro que não fui e estou aqui a rogar pragas por ter de organizar tudo (odeio ir à lavandaria). Mas a minha mãe vai ser sempre assim, a poupar-me no que puder. Mesmo que isso implicasse eu levar toda a minha roupa suja para um fim-de-semana em que tenho de ir para outro de país de avião.
Vantagens de ser filha única...
sábado, 28 de janeiro de 2017
No poupar é que está o ganho
Eu já referi n vezes neste blogue as diferenças nos meus gastos desde que me mudei para a Suíça. Ao início custou, era algo que me chateava. Ter de me conter muito mais do que aquilo a que estava habituada foi complicado, não nego... Mas entretanto habituei-me.
Além disso, agora que os gastos iniciais já passaram, as coisas não estão tão mal, por isso posso-me dar a um "luxo" ou outro de vez em quando. Mesmo assim, como me habituei, há coisas que nem me apetecem. Hoje olhei para uma montra com bolinhos deliciosos e nem me apeteceu entrar e acompanhar com um cappuccino (mas agora que estou a pensar a sério sobre o assunto, apetecia-me era agora).
Isto para dizer que, assim que começar a ganhar o meu dinheiro, vou ficar rica. Depois deste ano, em que me habituei a controlar os meus impulsos (ok, tem dias... as compras online continuam a ser o meu ponto fraco), o meu sentido de gestão vai-me permitir poupar uns trocos.
Ou é nisso que eu quero acreditar. Porque depois vejo-me com dinheiro no bolso, como é que vou conseguir resistir a malas e a sapatos? E a livros e a relógios? E a bolinhos e a cappuccinos? Seja como for, até ver, eu acredito.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
De volta aos livros
Adoro ler. É algo que me é intrínseco, desde que me lembro de ser gente. Possivelmente, é a actividade que mais me abstrai, que mais me faz esquecer tudo (mais do que séries e filmes, que também adoro). Entro de tal forma na vida das personagens, nos cenários, que a minha cabeça só se foca nisso.
Desde que entrei para a faculdade que o tempo para o fazer é escasso, restavam as férias. Mesmo assim, quando as mesmas implicavam "andar para cá e para lá" e um frenesim pegado, os livros eram mais deixados de lado...
Já aqui tinha falado de que agora aproveito para ler nos autocarros. Não é muito tempo por dia e só funciona quando vou sentada (em pé aos encontrões fico enjoada), mas já é o suficiente para eu voltar a ganhar aquele gostinho, aquela necessidade de saber o que se vai passar a seguir com as personagens, que cenários vou encontrar. E é tão bom!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Eu disse
Eu disse que, depois da tempestade passar, queria ir passar um fim-de-semana a Portugal para ter "férias" a sério. Quando lá estive, os afazeres e as responsabilidades sobrepuseram-se e não consegui aproveitar o tempo com as pessoas.
Mas depois voltei. Voltei e não pensei mais nisso. Porque tenho é de trabalhar, de despachar as coisas, etc. e tal. Hoje voltei a pensar no assunto, pesquisei vôos e a ideia formou-se. Mandei mensagem ao meu orientador (que está de férias) e estou à espera de um sim para marcar e pronto.
Ando desmotivada e aborrecida, pelo que uns dias sem a cabeça nisto me vão fazer bem. Eu sei de onde isto vem: o meu local de trabalho está completamente vazio e abandonado. Uns porque já acabaram os seus projectos, outros porque estão em exames... E eu aqui sozinha. Só penso em ir-me embora para casa, em sair daqui. De manhã não tenho motivação para vir para cá. Preciso de vida à minha volta, de barulho de fundo. Para estar sozinha no meu cantinho, prefiro estar em casa.
Basicamente, estou a descobrir que fora do meu local de trabalho, não me importo de estar sozinha: vaguear pelas ruas, ir às compras, fazer o jantar... Tranquilo. Já no que diz respeito a ser produtiva no meu trabalho diário: nop, não funciona.
Como temos de olhar para o lado positivo da coisa, a parte boa é que isso fez com que eu quisesse ir visitar a minha família. Em breve estarei a beber bicas e a comer pastéis de nata e biscoitos da minha terra. E queijadas de requeijão. Acho que preciso de açúcar...
Lisboa é... comida
As redes sociais servem para eu não me desligar totalmente do que se passa no meu país. Por um lado, com os amigos e os familiares mais próximos a postarem coisas sobre o seu dia-a-dia; por outro, com as notícias e as novidades dos jornais e canais televisivos.
Mas há uma coisa que me deixa sempre com muita vontade de ir a correr apanhar um avião para Lisboa: a comida. Como se não bastassem todos os sítios que queria ter experimentado e que fui deixando para depois (assim de repente, estou a lembrar-me do Moules&Beer, do Atalho Real, da Leitaria Lisboa), Lisboa agora é um sítio da moda, pelo que há sempre montes de coisas a abrir em locais fantásticos da cidade (o novo Topo, aquele novo sítio de coisas com chocolate).
Eu sou uma pessoa que adora fotos de comida apetitosa. Se for em sítios bonitos daquela cidade, então ainda melhor. Vai daí e é ver-me a sofrer e a salivar para o telemóvel. Tanto jantar, tanto brunch, tanto café por tomar...
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Indecisões...
Ando há uma vida à procura do nécessaire ideal. Encontrei um que gostei na Victoria's Secret quando estava nos Estados Unidos e não o comprei por achar caro. Afinal, não era assim tão caro... Eu é que não estava ciente dos preços praticados. O mesmo tipo de produto, da mesma marca, mas na Europa... Isso sim, já é mais carote.
Agora, mesmo que arranje um substituto, estou indecisa entre dois grandes tipos:
1) Este abre-se e pendura-se e eu queria algo deste género.
2) Já este, com as duas bolsas, permite separar facilmente maquilhagem e produtos de higiene vários.
Algo que me sugiram?
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Tolerância à dor
Eu sou uma mariquinhas com algumas coisas. Assim de repente, acho que a pior coisa para mim é a temperatura. Queimo-me com tudo, seja com o toque ou a comer... Na minha opinião, isto deve-se ao facto de não estar suficientemente calejada. Se é mesmo isso ou se serei assim para sempre, não sei, é só uma teoria.
No entanto, assim no geral, até sou rija. A minha mãe diz que, se eu me queixo, é porque a coisa já deve estar mesmo grave... Se eu manifesto que quero ir ao médico, então já estou para morrer (digamos que, devido a demasiado anos de consultas, só lá vou à base de cedência). Mas eu sempre achei que ela exagerava...
Ontem ao almoço estava a contar aos meus colegas (que me conhecem há apenas 3 meses) que já fui remover os pontos. Perguntaram se me tinha doído, ao que eu respondi "opá, foi uma sensação estranha, mas nada de especial". Uma delas riu-se e disse que não dava para confiar na minha noção de dor, depois do que tinha acontecido... Isto porque eu cortei-me (e digamos que foi algo bastante profundo, a rapariga que estava comigo descreveu aos outros o estado da minha ferida e acho que só com uma visão totalmente exterior me apercebi que ok, não foi assim tão simples), mas encarei o assunto de uma forma bastante descontraída e descomplicada. Quando aconteceu, nunca deixei de andar, não precisei que me levassem de carro, almocei "como se nada fosse" à espera da hora da minha consulta, etc. etc. Depois do médico, não quis que interrompessem as vidas deles por minha causa, mandei toda a gente para a conferência, tomei banho (bem devagar), arranjei-me e fui para a conferência. Tal como em todos os outros dias. Quando as pessoas sabiam e me vinham perguntar, eu dizia "ah, não foi nada de especial... Foi só um corte. Consigo andar, consigo dormir, por isso está tudo bem". Portanto, agora percebo por que é que eles não confiam na minha noção de dor e de "está tudo bem".
Isto não significa que eu seja insensível, que não sou. A dor está lá, existe, mas a minha capacidade de ignorá-la e de continuar o meu dia-a-dia prevalece. É algo que chateia, que mói, que incomoda... Mas eu tendo sempre a pensar "não é nada de especial, já foi tão pior". Isto é bom e é mau... É bom, porque não gosto nada da sensação de incapacidade, mas é mau porque não sei definir limites.
Seja como for, este incidente não foi assim tão mau :P
No entanto, assim no geral, até sou rija. A minha mãe diz que, se eu me queixo, é porque a coisa já deve estar mesmo grave... Se eu manifesto que quero ir ao médico, então já estou para morrer (digamos que, devido a demasiado anos de consultas, só lá vou à base de cedência). Mas eu sempre achei que ela exagerava...
Ontem ao almoço estava a contar aos meus colegas (que me conhecem há apenas 3 meses) que já fui remover os pontos. Perguntaram se me tinha doído, ao que eu respondi "opá, foi uma sensação estranha, mas nada de especial". Uma delas riu-se e disse que não dava para confiar na minha noção de dor, depois do que tinha acontecido... Isto porque eu cortei-me (e digamos que foi algo bastante profundo, a rapariga que estava comigo descreveu aos outros o estado da minha ferida e acho que só com uma visão totalmente exterior me apercebi que ok, não foi assim tão simples), mas encarei o assunto de uma forma bastante descontraída e descomplicada. Quando aconteceu, nunca deixei de andar, não precisei que me levassem de carro, almocei "como se nada fosse" à espera da hora da minha consulta, etc. etc. Depois do médico, não quis que interrompessem as vidas deles por minha causa, mandei toda a gente para a conferência, tomei banho (bem devagar), arranjei-me e fui para a conferência. Tal como em todos os outros dias. Quando as pessoas sabiam e me vinham perguntar, eu dizia "ah, não foi nada de especial... Foi só um corte. Consigo andar, consigo dormir, por isso está tudo bem". Portanto, agora percebo por que é que eles não confiam na minha noção de dor e de "está tudo bem".
Isto não significa que eu seja insensível, que não sou. A dor está lá, existe, mas a minha capacidade de ignorá-la e de continuar o meu dia-a-dia prevalece. É algo que chateia, que mói, que incomoda... Mas eu tendo sempre a pensar "não é nada de especial, já foi tão pior". Isto é bom e é mau... É bom, porque não gosto nada da sensação de incapacidade, mas é mau porque não sei definir limites.
Seja como for, este incidente não foi assim tão mau :P
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Carta aberta ao meu namorado
Meu amor (até me parece errado começar assim, mas é a força do hábito),
Antes de mais, quero pedir-te desculpa pelo método. Sempre disse que algo assim seria feito o mais pessoal e intimamente possível, mas os actos sobrepuseram-se, e nada daquilo em que eu acreditava antes continua a fazer sentido. Além disso, sabes que me explico melhor a escrever... E evitas os meus dramas e choro. Perfeito para toda a gente, ein?
Quero também pedir-te desculpa por ter caído na tentação. Não fazia parte dos meus planos, nunca fez... Muito honestamente, nunca pensei que isto iria acabar assim. Nunca disse "nunca trairei", mas achava muito pouco provável. Não faz parte da pessoa quem eu sou e daquilo em que acredito. Mas a verdade é que aconteceu... Aconteceu e eu não te posso dizer "por favor perdoa-me, foi um erro, não vai voltar a acontecer". Seria mentir-te, enganar-te e fazer-te sofrer ainda mais.
Mas posso dizer-te que começou por acaso, não foi premeditado. Sei que agora parece despropositado dizer que há coisas que tinham de acontecer, mas é o que sinto... Não que eu quisesse acabar com a nossa relação, não que eu não te amasse. Só Deus sabe o que eu dei e o que eu lutei por nós. Mas sabes aquela coisa que dizem, sobre o momento certo à hora certa? Foi isso que nos aconteceu...
Sinto que te mereço uma explicação. Estamos juntos desde ontem, eu e ele... Encontrámo-nos, houve como que uma espécie de atracção que não consigo explicar por palavras, e viemos juntos. Eu senti que ele tinha de vir comigo para casa. E veio. Não se passou nada de especial, até depois de jantar... Foi nessa altura que aconteceu. E se já tinha sentido aquela atracção antes... Passou a mais, a desejo, a necessidade de estarmos juntos...
Vou-te poupar a pormenores, mas, se me amas, respeita-me e segue em frente. Sinto uma felicidade que há muito não sentia... Ele faz-me feliz de uma forma inexplicavelmente maravilhosa. Sinto-me grata de o ter descoberto e sei que a minha vida será diferente de agora em diante. Nunca mais irei conseguir viver sem ele... O meu coração agora pertence ao Toblerone de côco.
Não mais tua,
i.
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