sábado, 31 de dezembro de 2016

Dizem que a inveja é um sentimento muito feio


Mas eu estou roidinha por saber que os meus amigos e namorado estão onde eu queria estar.
E sinto-me no direito disso.
Estúpidos. Não se faz. Hão-de pagar.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Só me lembro da música da Rihanna (work, work, work, work, work, work...)

Depressões à parte, a minha vida anda uma ansiedade constante. Não tenho andado a trabalhar nada de jeito (e bem preciso!), mas não consigo deixar de pensar e de me preocupar com o assunto... Posto isto, vou terminar e começar o ano a trabalhar (nos outros anos era a estudar, vai dar ao mesmo). Será que isto é um sinal do que me espera em 2017?

(não-)Exigências

Às vezes penso que não tenho o direito de ficar triste por coisas que não exijo. Não posso ficar desiludida se não esperava. Não posso querer o que não pedi. Mas não é bem assim... Porque, bem cá no fundo, eu sei que não exigi, esperei ou pedi para evitar uma frustração maior.

Raios partam os senhores da Adidas (*)


Comprei estes Gazelle um número acima do meu e tive de os
devolver... Agora vinham novamente cá para casa em 40!

E estes Superstar menta fofinhos que só eles?
Também eram bem felizes nos meu pés...

A malta já está farta dos Stan Smith, mas sempre gostei
destes em particular. Eu não iria dizer que não...

(*) Quem é que os manda fazer ténis tão giros? Estou farta disto.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

...

Hoje tenho-me sentido em baixo. As saudades apertaram como há muito não apertavam. A capacidade de olhar para as coisas positivas tem sido abalada e eu não sou de ferro... Acho que hoje só precisava de um abraço e de me sentir protegida. O que é fisicamente impossível.

Eu sou boazinha demais

Quem lê o título deste post pode pensar "olha-me esta, tem a mania". Não é o caso. Até porque podia trocar a palavra "boazinha" pela palavra "parva", porque o que eu sou é uma grande parva. Eu tenho um problema terrível, chamado "empatia". Então mas ter empatia é bom... É, mas não em excesso. Eu não me consigo sentir totalmente bem se as pessoas à minha volta estiverem mal. Portanto, imaginando a situação em que um determinado momento na minha vida tem tudo para ser perfeito, mas alguém ao pé de mim não se sente bem por um motivo qualquer sem sentido, eu já não consigo estar plenamente feliz.
Depois, sou a tolinha que dá tudo sem exigir nada em troca. Claro que quando eu estou a dar / fazer algo por alguém, eu nem penso na retribuição... Nem mais tarde. Não fiz algo só para me agradecerem, só para ter o mesmo. Não, não sou assim... Mas as pessoas são más, são egoístas. E aproveitam-se.
Lendo isto, parece só uma coisa normal... Boa, até. Mas não é, porque é em excesso. E tudo o que é demais não presta. Posto isto, se há resolução que quero ter para 2017 (eu nem sou destas coisas) é ser menos boazinha. Ou melhor, menos parva.

Não foi um cachecol, não foi uma saia


Foi um blazer, na Mango. Afastem-me das lojas!
(o que vale é que estou bem afastadinha...)

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Amo este padrão


Quero um cachecol neste padrão. Ou uma saia. Ou as duas coisas. Pode ser? Pode???? (a minha veia consumista está a vir ao de cima)

Sunny Lisbon


Hoje é dia de rumar a Lisboa, a nossa capital do coração. Vão ser dias de comemorações, particularmente felizes por reencontrar os amigos da faculdade :) Tenho tantas saudades daqueles tolinhos! Enquanto escrevo isto, já estou a imaginar o choro que vai ser quando for para dizer adeus... Parece que quando me fui embora em Setembro não custou tanto. Nessa altura as preocupações eram outras: como é que vai ser, como serão as pessoas, será que me vou perder e não saber voltar para casa, ai que eu não sei falar francês, ai que o meu inglês é uma desgraça, sou uma burra e vou para um laboratório xpto... Enfim, um rol de preocupações para além das saudades. Agora, ultrapassada a fase da adaptação, o coração tem tempo para se fixar nos outros sentimentos.
Vê-se bem o quanto eu estou nostálgica e sentimentalista, dado que comecei o post a pensar em escrever sobre Lisboa... Da qual tenho tantas saudades também! No outro dia, uma portuguesa na Suíça perguntou-me por que é que eu não tinha ido estudar para Coimbra. Eu respondi "bem tentei...". O que não respondi foi "ainda bem que não entrei". Claro que Coimbra é Coimbra (para os estudantes), mas também me apaixonei por Lisboa (e, à sua maneira, pelo meu curso em particular)... Há lá luz como aquela noutro qualquer lugar do mundo!
Portanto, hoje vai ser dia de matar saudades das minhas pessoas. Mas também da minha Lisboa.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Amizades assim


Hoje estou de coração cheio, mas com um sentimento associado de nostalgia. Estive com uma das minhas melhores amigas - que não via há séculos - e uma tarde bastou para sentir o mesmo de sempre. Aquela sensação de que, mesmo que faltem as palavras, vamo-nos sempre compreender... De que, passe o tempo que passar, vamos sempre poder contar uma com a outra. Para celebrarmos as alegrias e para nos apoiarmos nas tristezas. Bem sei que isto pode ser cliché, mas é a mais pura das verdades... E é tão bom ter alguém assim! No entanto, vem também a nostalgia... Por saber que tão depressa não se repete e com saudades do tempo em que tudo era tão mais fácil. Raio da vida adulta!

Não percebo quando dizem que sou difícil de agradar

domingo, 25 de dezembro de 2016

Desejos (parvos) de Natal


Um dia vou ter uma camisola de Natal. Linda e fofinha e quentinha. Só ainda não decidi se com biscoitos de gengibre ou se com flocos de neve. Por isso, se calhar um dia vou ter duas camisolas de Natal.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Natal à frente do computador... e da televisão


É Natal, mas as minhas obrigações familiares são bastante reduzidas. Como tal, não tenho a desculpa de aproveitar o tempo com as pessoas, sem grandes afazeres. Além disso, durante os últimos 3 dias, a minha produtividade simplesmente não existiu. Não posso dizer que foi reduzida, seria mentira... Nem sequer tentei escrever uma única linha, seja ela de código ou de relatório.
Por isso, hoje sentei-me em frente ao computador e pensei "é agora". Mas a seguir decidi mudar-me para a sala, com o computador ao colo... E ligar a televisão. Erro!! Despachei o primeiro filme da Velocidade Furiosa, assim como quem não quer a coisa. Agora diz que vai dar o Frozen, que eu nunca vi... Terei de fazer esse esforço, não é verdade?
Eu queria trabalhar, eu juro que queria (*cof cof*). Mas, não sendo eu uma pessoa de televisão, o Natal não me deixa.

Merry Christmas!

HP lover


Acabei agora de ler o mais recente livro da saga Harry Potter. Lê-se bastante rápido (devido ao seu estilo de escrita), comecei esta tarde e em 3h ou 4h a coisa despachou-se (não sou a pessoa mais rápida do mundo a ler em inglês). Não quero spoilar ninguém, mas houve ali uma parte - em que, vamos dizer, o curso da história mudou um bocadinho (quem já leu, percebe o que quero dizer) - e fiquei viciada. Só queria saber o que se ia passar.
Foi bom ler sobre as nossas amadas personagens, recordar algumas partes deste universo, reviver aquele espírito. É engraçado como passaram 15 anos desde que fui introduzida ao mundo do Harry Potter, já não sou de todo a criança ou a adolescente que vibrava quando saíam os novos livros ou filmes, mas o sentimento permanece.  E é bem provável que daqui a 15 anos seja semelhante...