sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Se eu podia aproveitar-me da minha mãe? Sem dúvida

- i., a mãe esteve a pensar, e se quiseres podes comprar o bilhete.
- Ham? O bilhete?
- Sim, eu sei que tu queres, por isso compra.
- Mas qual bilhete?!?!?!
- O de avião, para te ir visitar.
- Ah! Pensei que era o do Super Bock.
- Então, se quiseres compra esse também...

Se não querem ficar com músicas na cabeça, não ouçam este álbum


Há certas músicas deste álbum que se infiltram e não saem mais. Salvem-se!

Das relações à distância


Eu sou céptica em relação ao amor e às relações. Bastante céptica, diria eu. Até porque acho que gostar é muito bonito, mas só chega na adolescência, quando as responsabilidades se resumem a fazer os tpc's. Não que tenha entrado na vida adulta a 100%, mas aproxima-se e as pessoas vão mudando, vão crescendo, e as perspectivas de vida também se alteram.
No entanto, não sou céptica no que diz respeito às relações à distância. Pelo menos, quando as coisas estão estáveis e as pessoas já se conhecem há tempo suficiente para saber com o que podem contar. Claro que custa mais, claro que existem saudades, claro que o esforço tem de ser maior, mas isso até é bastante bom para fortalecer uma relação! Não me refiro a relações à distância de 200 km, em que os casais se vêem todos os fins-de-semana. Essas custam, não digo o contrário, é preciso muito jogo de cintura também... Refiro-me a distâncias que nem de mês a mês se solucionam.
Mas nem tudo são rosas, a vida não se resume a um "e viveram felizes para sempre". Os casais reais têm problemas, apresentam diferenças... Diferenças que podem ser contornáveis nos momentos em que passam juntos, porque sentem-se bem com a presença um do outro. Todavia, quando não há essa possibilidade, as diferenças ecoam e fazem-se notar. Não digo que de repente descobrimos que a pessoa é assim... Nós já sabíamos, há muito tempo, mas conseguíamos ignorar o assunto e acreditar que funcionava. Com a distância não é assim, quando a diferença é atroz...
Como se não bastasse, há ainda o factor "ir para fora" / "sair da zona de conforto". Isto muda-nos, em muitos aspectos. Faz-nos dar mais valor a certas coisas em detrimento de outras, muda a nossa perspectiva sobre a vida, abre-nos horizontes e afecta a nossa mentalidade. Até que ponto é que a outra pessoa consegue acompanhar essa mudança? Não é algo fácil.
Se eu acho que isso significa que as relações não deviam passar por coisas assim? Nada disso. Às vezes é bom (mesmo que o resultado seja tão mau que nem queremos imaginar), porque serve para o casal ver se está mesmo em equilíbrio. E serve para se esforçarem, para darem mais de si, se não quiserem deitar tudo a perder.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

E por falar em prendas...


Como vão os stresses natalícios? Ainda não se passaram da cabeça com as confusões dos supermercados e dos centros comerciais? Já têm tudo despachado?
Este ano tratei de muitas prendas online, por isso os stresses não foram muitos. Só deixei para a minha mãe as duas amigas dela (há limites para as prendas que ela me põe a comprar). Além disso, vim da Suíça, há muitas prendas que vão ser complementadas com uns chocolatinhos (ainda fico chocada quando penso no dinheiro que gastei em chocolates)... Não se podem queixar!
Mesmo tratando de tudo com antecedência, não encontrei nada perfeito para determinadas pessoas. Isso chateia-me, espero ainda resolver o assunto. Fora isso, estou muito satisfeita com algumas das minhas prendas. Principalmente as do meu primo mais novo e do meu namorado, são perfeitas para as pessoas em questão! Adoro esta coisa de encontrar a prenda perfeita para aqueles de quem gosto e com quem me preocupo.

Tenho os melhores amigos do mundo

Chamem-me consumista, mas adoro prendas. Também não é preciso muito para saber que adoro ténis. E gosto de surpresas (boas)... Principalmente de as fazer, mas também não me importo nada de ser a surpreendida. Gosto ainda de saber que as pessoas se lembram de mim quando vêem uma coisa, que pensam "a i. ia gostar disto". Mostra que me conhecem e que se preocupam (nem que seja com os meus caprichos). E amo de paixão os meus amigos! Estão aqui todas as características reunidas para ontem ter delirado ao receber o meu presente de aniversário (2 meses depois). São os maiores! Mal chegue a Primavera (sou demasiado friorenta agora) e vou usá-los até à exaustão e sentir-me super fashion (e rockeira). Yeeeey!

sábado, 17 de dezembro de 2016

A arte de precisar de tudo


Ir duas semanas para Portugal está a exigir muito malabarismo mental para pensar no que preciso. É que não é um fim-de-semana, em que uma pessoa precisa de dois pares de calças e duas ou três camisolas. Não, de todo. São duas semanas, com todo o tipo de eventos e mais alguns. Dias normais, sim; dias de ficar em casa de pijama, também; mas o pior é que vão haver almoços e jantares de Natal, apresentações da faculdade, festas de aniversário... E até um casamento! Portanto, o resultado é eu querer levar a minha roupa toda. Epá, não é que a minha roupa toda seja uma loucura... Cabe perfeitamente na minha malona, sapatos e cachecóis incluídos (ah, essa é outra, já volto a este ponto!). O que me chateia é que eu sei bem que vou usar duas ou três conjugações e está a andar. Portanto, o vestido, os dois blazers, as 7 mil camisolas de malha... Não valiam a pena, não é? Mas leva-se, porque nunca se sabe. Estava eu a falar dos sapatos... Decidi não levar botas. Ok, menos dois pares para a lista... Mas ainda tenho dois pares de botins, uns mocassins, três pares de ténis... Menos. Menos. Controlo é necessário!!!! Só os dois pares de botins e uns ténis porque tenho mais ténis em Portugal? Bem pensado. E já me estava a esquecer do casaco de Inverno...

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Mood: busy


Este blogue tem andado paradinho, paradinho. Com a quantidade de coisas que tenho para fazer, nem consigo escrever sobre o que gostaria! Resta-me esperar que, depois do próximo mês, volte aos dias mais calmos. Não digo que quero estar sem coisas para fazer, nada disso... Mas sabem quando não conseguem imaginar o fim? Pronto, é isso.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

O melhor mesmo é confiar no AGIR e acreditar que sou linda sem make-up


Aqui esta personagem deve ser o ser mais humanamente incapaz de utilizar maquilhagem. Na minha pré-adolescência, até achava piada à coisa, portanto queria muito que a minha mãe me comprasse lápis de olhos, que usava 2 ou 3 vezes e depois me cansava. Já não me lembro da razão que me levava a cansar, foi há mais de 10 anos... Se calhar simplesmente não gostava.
Os anos foram passando e a não-relação manteve-se. Não é que não goste de ver nos outros, gosto bastante quando é com bom gosto. Aliás, também gosto de ver em mim quando é aplicada por pessoas que sabem o que estão a fazer (o que não é o meu caso). O que acontece é que isto é todo um ciclo vicioso: quanto menos uso, menos sei o que fazer, menos paciência tenho, menos quero usar.
Na maior parte dos casos - vamos dizer, 95% dos meus dias - não é um assunto que me incomode. Aliás, nem sequer penso nisso. Mas depois há os restantes 5%... Em que sinto uma frustração enorme com o assunto, porque penso que podia ser mais preocupada e cuidada com a minha imagem. Normalmente, isto acontece em algumas ocasiões especiais... Ou então quando acordo e me dedico a olhar para o espelho mais do que 2 segundos e chego à conclusão de que pareço um vampiro. Ultimamente tenho chegado a esta conclusão demasiadas vezes do que gostaria de admitir...
Gostava de dizer que vou adquirir produtos (essa é outra, eu sou totó no assunto... como é que isto seria fácil? Não seria) e que vou tentar preocupar-me, mas eu não sou uma criatura com bons hábitos matinais. Eu gosto de adiar o despertador, não 5, mas 50 minutos... Portanto, não me parece que a minha relação com a maquilhagem vá mudar enquanto eu não for socialmente obrigada a isso. Oh, wait... Eu já fui socialmente obrigada a isso e mesmo assim não quis saber. Ok, não sei quando é que vai mudar. Mas espero que mude.

Contagem decrescente para o Natal - parte 2

Os e-mails continuam. Hoje recebi um a dizer que faltam 10 dias para o Natal. Boa, no pressure! Não que esteja assim tão atrasada nas prendas, onde estou mesmo atrasada é no trabalho, mas isso não interessa para o post...
Ontem comprei três canivetes suíços para oferecer. Um deles, o mais especial (uma edição limitada de Natal) é para a minha querida mãe. Tinha pensado em oferecer-lhe uma mala em particular (extremamente feminino) e acabou por ser um canivete... Nada a ver! Mas acho que ela vai gostar e posso-lhe oferecer a mala nos anos (ou só porque sim noutra altura).
Como este blogue é meu - e seguindo a parte 1 - o melhor mesmo é passar para as prendas que EU quero. Todos nós sabemos que este ano Portugal (e não só, mas já abordaremos essa parte) está ao rubro com as confirmações de concertos, mas eu sou uma menina que se contenta com pouco. Não precisam de me oferecer concertos a solo, não se vá dar o caso de eu ficar desiludida... Mas um festivalzinho vinha mesmo a calhar, não era? Há algum tempo que não vou ao Alive, mas se calhar as datas não me dão jeito... Portanto, vamos apontar do SBSR para a frente, ham? Mas o que não era nada mas mesmo nada mal pensado era um bilhete (com bilhete de avião incluído, já que é para pedir) para o Primavera Sound de Barcelona. Venham eles:



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Soft pink

Nesta colecção, o soft pink veio em grande. Lojas, blogues e outfits em geral estão cheios desta cor. Eu, que não sou a maior fã de cor-de-rosa (nem para vestir nem para outras coisas), dou por mim apaixonada por camisolas de malha, cachecóis, gorros... Adoro a combinação com o cinzento! Ainda não tenho nenhuma peça nesta cor, mas tenho para mim que vai mudar para breve, quando for às compras em Portugal.

Factos sobre uma desajeitada


Sempre quis fazer embrulhos de Natal lindos, mas a minha falta de jeito para este tipo de coisas é descomunal. Às vezes chego a começar o processo, mas chega a um ponto em que me farto do falhanço que está a ser, a minha mãe farta-se de esperar, manda-me embora e começa ela a fazer os embrulhos da forma tradicional (para os quais também sou uma grande falhada, apesar de durante muitos anos ter acreditado que não). Não se pode ser perfeita em tudo, não é verdade? :P

[ por favor não digam coisas como: mas é tão simples! Não nascemos todos para o mesmo :( ]

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Mixed feelings em relação ao Natal

Fora os dramas que há sempre na minha família na altura do Natal, tirando também o factor saudades dos que já cá não estão, este ano ainda tenho mais mixed feelings em relação ao Natal. Claro que quero que chegue, claro que quero ir a Portugal matar saudades da família e dos amigos, mas... O tempo está a passar, o trabalho a acumular e as minhas "férias" vão ser passadas a trabalhar. Eu estava habituada a isto com os exames, mas este ano é diferente... Estou fora e pensei mesmo que ia apenas relaxar, passar tempo de qualidade com as pessoas. A decisão de ir a uma conferência em Janeiro acabou com esses sonhos... O tempo passa e tenho os mesmos problemas de há duas semanas atrás. É horrível. Começo a pensar em ir a Portugal depois de tudo acalmar, para os dias de descanso a que tenho direito.
Ainda assim, mal posso esperar por estar em casa, com a minha mãe e os meus avós. Com a minha família em geral. Com o L. A beber um cappuccino ao pé da lareira. A comer a comidinha boa da mãe. A embrulhar presentes para as pessoas que me são especiais. Se Natal significa tudo isto... Então vale a pena ser Natal.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Keep calm, stay strong

Então e como vai a minha vidinha?


Ontem à noite fui jantar fora. Isto não seria de espantar na minha vida há uns meses atrás, em que quase poderia fazê-lo dia sim / dia sim, mas as coisas mudaram de figura quando vim morar para a Suíça. Sou apenas uma mera estudante, com uma bolsa de "Erasmus" (mania da Suíça de ser especial, já nem ao Erasmus pertence) que nem dá para pagar o quarto na residência, quanto mais a comida milionária neste país... Well, deixemo-nos de dramas e lamentações. Estou aqui porque quero e não me arrependo. Choro um bocadinho quando penso nos preços de outros países, mas foi uma escolha com conhecimento de causa. Adiante.
Pois ontem foi o dia em que não só fui jantar fora, como foi por iniciativa minha. Estava deprimida depois de 10 horas no laboratório em que nada funcionava... E a última coisa que queria era chegar a casa e ter de cozinhar. Além de que precisava de animação, de algo diferente, não só das mesmas conversas do costume. Mandei uma mensagem à I, ela falou com o K e com uma amiga e lá fomos. Comemos e bebemos mesmo muito bem e voltei para casa bem mais feliz e despreocupada.
Hoje o dia vai ser dedicado à escrita da introdução e do state-of-the-art da minha tese. Nada aborrecido, não é? Bem que me parecia. Mas pronto, coisas que têm de ser feitas o mais depressa possível para voltar às minhas simulações... Que não estão a funcionar e é por isso que me deixam super deprimida durante 10 horas no lab. Fantástico.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Contagem decrescente para o Natal

Recebi um e-mail de um qualquer site de compras que me diz que faltam 20 dias para o Natal (comecei a escrever o post ontem, entretanto a contagem decrescente avançou, mas acho que 20 é um número bonito e redondo). Obrigada por me deixarem a panicar logo pela manhã! É que antes do Natal ainda há muita coisinha para acabar, muito trabalho por fazer. Além disso, ainda não acabei as compras para os familiares (tenho feito tudo pela internet) e sinceramente a vontade foi-se.
Seja como for, há uma pessoa a quem podem oferecer prendas sempre que quiserem: eu! Não sou nada esquisita (só um bocadinho... um bocadinho talvez grande), por isso é só enviarem livros, canecas fofinhas, cachecóis, colares, perfumes, camisolas... Enfim, como vêem há muito por onde escolher. Se quiserem optar por vôos mais altos, sugestões também não faltam:


Claro que as ideias não ficam por aqui, mas uma pessoa tem de voltar ao trabalho. As imagens são meramente ilustrativas, porque não sou esquisita com cores e alguns modelos! (só um bocadinho, again... eheh)